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O post anterior sobre a Tim não ter me pago os extornos devidos deu resultado!
Enviei esse mesmo texto para a Folha de São Paulo, Estadão e postei no site Reclame Aqui.
Hoje, menos de uma semana depois, o atendente mais gentil da Tim me ligou para dizer que IRÃO EXTORNAR AS COBRANÇAS INDEVIDAS!
Temos responsabilidade como consumidores de cobrar as empresas. Se somos passivos elas entendem que podem fazer o que bem entenderem. Quanto mais lutamos mais elas terão que andar na linha!E viva a imprensa nesse processo todo! Precisamos desse espaço na mídia para podermos ser ouvidos!
Esse é o caminho gente!
Não se acomodem. Escrevam, reclamem, denunciem.
Dá trabalho mas vale a pena! (ao menos as vezes)

Era uma vez… Um casal de micro-empresários. Micro mesmo: era apenas a mulher e o marido.
Num momento de melhora econômica eles decidiram migrar do celular pré-pago para um plano pós-pago. Esse casal trabalhador já tinha há alguns anos celulares pré-pagos da Tim e na hora de fechar um plano pós-pago, optaram por uma conta empresarial com essa empresa.
No começo, como num conto de fadas da telefonia, tudo era perfeito. O contrato valia super a pena. O atendimento inicial foi ótimo. Ganharam aparelhos gratuitos com comodato para dois anos.
Para selar a confiança mútua a conta de celular foi colocada em débito automático. Ou seja, a Tim podia debitar mensalmente, sem prévia autorização, o valor gasto com seus serviços. Isto era baseado numa confiança extrema. A companhia tem total acesso às contas do casal e, havendo crédito em conta, recebiam sem mais delongas.
A confiança e o entusiasmo do casal com a Tim era tão grande que a indicaram para muitos amigos. Recomendaram, inclusive, para as empresas onde prestavam serviços, o que rendeu à amada Tim grandes contratos corporativos. Tudo levava o casal à acreditar que eles viveriam juntos com a Tim felizes para sempre.
Nos primeiros anos a esposa tinha a paciência de checar as contas mês a mês. Se havia algum problema ela tinha a calma de ligar mil vezes até conseguir ser atendida, mesmo que isso representasse horas e mais horas no telefone. Nada era documentado no papel, tudo por telefone. Quem dominava o controle das informações eram os especialistas em gerundio, os operadores de telemarketing.
As brigas com a Tim cresciam, o atendimento piorava, as vantagens econômicas diminuiam. Mas a necessidade de manterem os números de contato por celular levavam o casal a suportar as intempéries, engolir os sapos e seguir adiante com a sua operadora. E é bem verdade que economicamente o contrato ainda era mais interessante do que outros serviços prestados pelos concorrentes.
Mas foi em janeiro de 2008 que o pesadelo começou e o conto de fadas virou uma história de horror. Obviamente, como em qualquer boa história, esse fato aconteceu no pior momento histórico possível do casal: final de gravidez, mudança de apartamento, reforma, etc.
A esposa já não tinha o mesmo tempo para controlar as contas. Mas, apesar das rusgas eventuais com a Tim, confiava na empresa, mantinha tudo no débito automático e aguardava um momento de calmaria para checar as contas.
Lá para meados de março de 2008 a esposa descobriu que na renegociação do contrato, feita em janeiro, o atendente não havia registrado tudo que foi combinado. A Tim primeiro não reconhecia o erro e a esposa dizia “Vocês não gravam as ligações para minha segurança? Então, ouçam a gravação que vocês verão tudo que foi combinado comigo pelo atendente.” Depois ela apelou para a Anatel. A Tim retornou e reconheceu o erro. Ficou de extornar os débitos indevidos na conta.
Mais alguns meses se passaram, a esposa a um fio de dar a luz, e ela descobre novamente que além do primeiro extorno combinado não ter sido efetuado, outro erro havia sido cometido. Mais diversas ligações e finalmente a Tim ficou de acertar e extornar os debitos indevidos em conta.
O bebê nasceu. O mundo parou e apenas no segundo semestre esta então empresária-mãe pode conferir as contas telefônicas. Para sua surpresa os 2 extornos prometidos não haviam sido feito e um terceiro erro havia sido cometido. Novamente Tim, Anatel e o Espírito Santo foram acionados. Só desta vez a tim devia mais de R$ 400,00 ao casal e novamente, após uma dezenas de telefonemas, a Tim ficou de extornar os débitos indevidos em conta.
Pouco tempo depois descobriu-se que um quarto erro de cobrança havia sido cometido e um novo extorno de R$ 121,00 deveria ser feito em conta.
O tempo passou, a Tim continuou debitando em conta os valores que ela ditava. A família se envolveu nos primeiros meses de vida de um bebê que requeria cuidados especiais. O casal perdeu uma grande amiga de anos para o cancêr. E um ano depois do início de todo esse dramalhão mexicano, o casal havia recebido apenas parte dos ressarcimentos devidos.
Finalmente, em janeiro de 2009, com um pouco mais de tempo e energia, a esposa-mãe levantou todos os débitos indevidos da Tim do último ano, todos os protocolos de negociação com a Tim onde a empresa assumia os erros e se comprometia a fazer os extornos, todas as contas que comprovavam os débitos indevidos e os créditos faltantes. Enfim, tudo que era humanamente possível organizar foi organizado e esta esposa-mãe ligou para a Tim.
Novamente, sem retorno, a Anatel foi envolvida, e após três semanas de tentativas a Tim retorna e diz: “segundo a Anatel contas com mais de 90 dias não podem ser contestadas, então não há extorno a ser feito para sua conta.”
A esposa-mãe quase caiu para trás. Furiosa brigou e ao final de 35 minutos de ligação a operadora informou que “então, em caráter de liberalidade, a Tim extornaria parte dos débitos e o restante não seria negociado”.
Agora saímos do conto para entrar numa digressão:
O que diabos é “em caráter de liberalidade”?
E, como eu não posso receber o extorno de cobranças indevidas JÁ RECONHECIDAS pela empresa?
Então eles literalmente podem entrar na minha conta bancária, sacar o que quiserem, e se eu não tiver tempo de mês a mês conferir se eu não estou sendo roubada, quando eu perceber o furto eu não posso reclamar e receber MEU DINHEIRO de volta?
E nem estamos falando aqui de regras iguais para ambos os lados. Se eu atrasasse uma conta (coisa que nunca aconteceu) eu pagaria multa e juros. Se eles cobram indevidamente na minha conta e me extornam à posteriore eu não recebo multa e juros por eles terem ficado com meu dinheiro.
Eu fui assaltada por um ano. O roubo foi reconhecido e documentado. Ficaram de me pagar. Não pagaram. Trataram-me como louca desconhecedora da lei. E agora, fico no prejuízo de mais de R$ 300,00.
E ai pergunto à TIM:
Vocês vendem um serviço de telefonia ou são crime organizado protegidos pela lei?
JÁ CANCELEI MEU PLANO. TIM NUNCA MAIS. FUJA DELES VOCÊ TAMBÉM.
FUI FURTADA PELA TIM E QUERO QUE TODOS SAIBAM.
QUEM SABE ASSIM, UM DIA, SEREI RESSARCIDA.

Maya aos 19 dias de vida.
Depois de muuuitos meses afastada volto a postar.
Não sei se desta vez engrena, mas vamos tentar.
Para abrir esta nova fase – que será permeada principalmente por dicas sobre bebês já que esta é a minha realidade atual – vamos fechar um post de março de 2008 sobre a famosa banheira especial para bebês: Tummy Tub.
Como havia dito, comprei um balde da plasutil de material virgem e esterelizado e experimentei com minha bebê ciom 19 dias de vida quando as cólicas bateram.
Olha, eu não sei a experiência de outras mães, a minha foi frustrante.
Primeiro nessa fase seu bebê é uma coisinha pequena, mole e frágil que você ainda está aprendendo a mexer sem medo. Usar a tummy tub nestas circunstâncias não é a coisa mais fácil do mundo. O medo de afogar o seu bebê é grande.
Segundo, no auge da dor da cólica eles se retorcem e sofrem de um jeito que você fica ainda mais paralizada. Não sei das outras crianças, mas minha filha não gostou. Ou melhor, ela até gostou da águinha quentinha envolvendo ela, mas a dor era maior e ficar deitada de bruços ajudava mais do que ficar mergulhada na água.
Também acho que enfrentei outro problema circunstancial. Minha filha nasceu no auge do inverno. O frio era tão grande que pensar em tirar a roupinha dela para enfiá-la na banheirinha não era muito animador. Testei umas três vezes e desisti.
Em conclusão, minha avaliação não é determinante. No meu caso não rolou. Talvez para outros funcione.
Acho que vale testar e ver como seu filhote reage.
Eles podem ser pequenos mas deixam bem claro quando gostam ou não de algo. Escute-os!
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Com a gravidez descobri outro recanto de compras de roupas paulista: o Brás.
No site www.omelhordobras.com.br você encontra uma infinidade de lojas listadas, além de mapa da região e dicas de como chegar. O site é feio e demorado mas tem boas dicas.
Percebi que as maiores lojas estão concentradas na Rua Oriente e nos quarteirões ao seu redor. Em uma situação pré-gravidez/produtora neurótica, eu teria conhecido toooodas as lojas do pedaço. Mas agora com a serenidade e a barrigona oriundas da gravidez, concentrei-me em vasculhar apenas 8 quarteirões da Rua Oriente.
Fui de carro pelo centro e achei super fácil de chegar. Estacionei na Rua Barão de Ladário, transversal à Rua Oriente, dentro do shopping Mega Polo Moda (um shopping com lojas de atacado). No shopping nada para crianças, mas o estacionamento é do tipo “você estaciona e leva a chave” da Estapar (quem tem seguro da Porto ganha 30% desconto). O período de 6h sai por R$ 15,00. Deve ter lugar mais barato mas gostei desse porque é seguro, dá para você ir comprando e levando as sacolas para o carro. E para pausas estratégicas (de onde vou comprar o quê após pegar mil cartões de lojas) tem uma boa praça de alimentação, alguns cafés, com banheiros limpos.
O Brás não é a mesma loucura da 25 de março. As calçadas são largas, tem poucos camelôs, e as lojas não são lotadíssimas. As que mais gostei foram as seguintes:
Brás Modas - roupas e objetos mais simples, mas com ótimos preços. O que mais valeu a pena aqui foi o kit berço. Era igual ao das outras lojas mas cerca de 30% mais barato. Rua Oriente, 441. (11) 6695-3517. Vendedora Fernanda.
MN Baby – Roupas e objetos mais sofisticados. Um pouco mais cara mas achei macacões de inverno de melhor qualidade. Tinha também bons itens diversos como gorros, luvinhas, etc. Rua Oriente, 576. (11)6692-8108. www.mnbaby.com.br. Vendedora Juraci.
Petit Enfant – foi onde compramos a grande maioria das roupas. Também compramos lá otimos lençois (berço e carrinho) e mantas. Os preços, novamente, não são exatamente os menores, mas para este patamar de qualidade de produto os preços eram ótimos. Rua Oriente, 562. (11) 2693-2778 / 2693-9639. www.petitenfant.com.br. Vendedoras Maria e Vânia.
Casa das Toalhas – Entre a Rua Oriente e o Shopping esta loja tem tudo de cama, mesa e banho. Tudo mesmo. Das marcas mais simples às mais sofisticadas. Compramos aqui as fraldas de pano, as toalhas fraldas, as toalhas com capuz e um cobertor maravilhoso. Muito mais barato do que em qualquer shopping da vida. Rua Barão do Ladário, 516. (11) 6694-3371 / 6694-3291. www.casadastoalhas.com.br. Vendedora Michelle.
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Fiz a maior propaganda aqui dos consórcios contemplados. Eles, financeiramente, realmente valem a pena, mas esteja preparado – DEMORAM PARA LIBERAR A GRANA.
Foi uma verdadeira via sacra: apesar da carta contemplada, quando encontramos o imóvel que queríamos adquirir, começou um enviar sem fim de milhares de documentos para o banco.
Sabíamos do procedimento mas a informação era que em 20 dias o proprietário receberia o pagamento.
Acho, sinceramente, que o nosso caso foi pior porque nossa carta era do Banco Bradesco. Segundo vários amigos que já tiveram seguro de automóvel com eles, este é o banco que mais demora para liberar o pagamento, que mais documentação pede, que mais tem procedimentos emburrecidos no caminho e que mais tem gente que não sabe te dar as informações corretas no processo.
Com muita luta conseguimos que o banco pagasse os vendedores quase 2,5 meses depois do início do processo. Por sorte os vendedores não tinham pressa e toparam a lentidão. Mas passamos muito nervoso e tivemos que brigar muito.
Ainda assim, continuo dizendo que esta é a melhor forma de se fazer uma dívida imobiliária, mas esteja preparado para a burocracia, avise o vendedor da demora, e pesquise o prazo real que firma a qual pertence o consórcio demora para liberar o pagamento do bem.
BRADESCO EU DEFINITIVAMENTE NÃO RECOMENDO.

Tummy Tub é a mais nova mania entre as futuras mães na Europa e Canadá. Aqui no Brasil começa a chegar agora. (www.tummytub.com.br)
Ela é uma “banheira em formato de útero” desenvolvida para dar ao bebê a mesma sensação que ele tem na barriga da mãe: quentinho, apertadinho, redondinho. Segundo os criadores ela ajuda no alívio de cólicas, melhora o sono e ajuda a acalmar e relaxar os bebês.
Dei uma busca no YouTube e realmente os vídeos de bebês tomando banho na Tummy Tub mostram crianças tranqüilas e felizes a partir do momento que ficam mergulhadas nessa banheira. (O que não acontece na mesma proporção quando você assiste aos vídeos dos banhos nas banheiras comuns)
Essa maravilha, no Brasil, sai pela bagatela de aproximadamente R$ 150,00. Mais cara que a banheira top em formato que conhecemos. Fui então averiguar o que essa banheira importada tinha de tão especial. Peguei na mão, cheirei, medi, virei do avesso e cheguei a seguinte conclusão: ELA É UM BALDE.
Ok, é um balde sem rebarbas internas, de plástico transparente atóxico e com fundo bem redondo. Mas é um balde plástico de 150 reais. E que, sinceramente, não tem uma aparência super nobre. É verdade! Não estou sendo mão de vaca. Quero o melhor para minha filha, mas dentro de uma racionalidade.
Aí hoje fui numa boa casa de produtos de limpeza. Resultado: achei um balde da Sanremo, transparente, sem rebarbas internas, feito de material atóxico e matéria prima virgem. Ele custou R$ 10,00!!! Tinha a opção de 12l e de 15l. Comprei o de 12l porque achei mais ajeitado, mas acho que o de 15l é mais próximo do tamanho da tummy tub original. (http://www.sanremo.com.br/products/product_final.asp?product_id=59&language=0&product_picture_id=2#cores)
Ainda não usei porque minha filha só nasce em maio (depois escrevo para dizer se é realmente boa ou não).
De qualquer modo, fica aqui a dica.
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Precisa trocar óleo? Comprar um tapetinho? Trocar uma lâmpada queimada? Comprar um retrovisor? Quer colocar um adesivo de Meninas Super Poderosas no seu parachoque? Ou quem sabe instalar um som novo? Não vá numa concessionária não! É tudo infinitamente mais caro!
Obviamente minha dica não é ir num desmanche. Afinal não sou louca. Já tive meu rádio roubado, se não quero ser mais assaltada, nem viver na insegurança, não posso incentivar esse comércio paralelo só para economizar.
A dica aqui são duas grandes lojas especializadas em peças e materias para carro. A Voli Shopping de Auto-Peças (www.voli.com.br), com lojas na zona sul e Osasco, e o Mercadocar (www.mercadocar.com.br), com lojas na zona oeste, norte e Guarulhos.
Eu nem ligo muito pra carro, mas pra quem gosta vai delirar. São mega stores com tudo que você possa imaginar: seja para reparar, renovar ou tunar seu carro. (Acaba meio sendo um point da galera que curte automóveis)
Os preços das mercadorias são muito mais baixos e o melhor: eles prestam serviços de instalação bons e baratos. Tem serviços a partir de 5 reais e outros, se você compra o material lá a instalação é de graça.
E se for urgente, a loja da Barra Funda do Mercadocar é 24h de 2a à 2a.
Uma vez nossa bateria morreu de madrugada e o guinho do seguro nos levou lá. Em 20 minutos tinhamos uma bateria nova instalada de graça e que custou baratíssimo.
Vale a pena a visita.

Se você gosta de cozinhar, ou quer ter mil potinhos de temperos na sua cozinha pra fazer uma pressão, você tem que passear no Mercado Central de São Paulo. Mais especificamente na banca G.Frederico: uma banca que mais parece uma caverna de saquinhos com temperos pendurados.
Para entrar e xeretar ou pagar sua compra você precisa abaixar a cabeça e se espremer nas duas minúsculas passagens. O espaço não é para os clientes. É para os temperos. Lá dentro você encontra vendedores simpáticos e um proprietário no caixa ranzinza que não dá desconto nem de 10 centavos.
Além de pitoresco é um lugar incrível! Tem especiarias e ervas de todo o mundo que ficam pendurados pelas paredes e teto já separados em pequenas e médias porções. Mas não se engane. Se você for um grande consumidor de algo em especial eles tem pacotes a granel.
O preço é INFINITAMENTE mais barato do que no mercado. A mercadoria é muuito mais fresca e perfumada do que esses saquinhos industrializados da Kitano e afins. E a variedade é para deixar qualquer um doidinho (ou espirrando se você for muito sensível a cheiro de pimenta no ar).
O lugar não tem site. O contato é pelo fone 3228-1854. A localização física é indicada como Banca F-21. Mas o mais fácil mesmo é aproveitar a ida até lá, se embrenhar pelos corredores e acabar topando com esta montanha de cheiros e cores.
Uma vez no mercado, aproveite para se deslumbrar com os vitrais restaurados e com as barracas de frutas e queijos (se você encostar com cara de interessado, todo mundo te dá comida para provar… uma delícia).
Se estiver mesmo com fome entre numa das filas no térreo para comprar um pão com mortadela ou o tradicional pastel de bacalhau. Ou se preferir conforto (e tiver a paciência de esperar uma mesa vagar) suba para o mezanino e escolha um dos simpáticos restaurantes que também servem essas tradicionais iguarias no Mercadão.

Talvez a maioria de vocês já conheça, mas a Ikesaki (www.ikesaki.com.br) , atacadista de cosméticos na Liberdade é o paraíso-infernal na terra dos cosméticos e afins.
Paraíso porque tem de tudo e muito mais barato do que nos mercados e farmácias da vida. São 4 ou 5 andares lotados de produtos de todas as marcas, preços e utilizações. Há sempre mocinhas com camisetas da Ikesaki para te ajudar a escolher um dos 10 milhares de shampoos ou tintas ou esmaltes que você queira experimentar.
O inferno é porque é sempre lotado. Em geral é um lugar para ir só em grupo de mulheres só com o cartão no bolso. Você tem que se espremer num mar de mulheres e hormônios que é uma loooucura. Os maridos ficam horrorizados e perdem logo a paciência (apesar de gostarem dos produtinhos novos que você leva pra casa e da grande economia feita).
Para valer a pena você tem que ir lá com algumas possibilidades em mente:
1. Se você gosta de muvuca, pode ir lá sempre só para ficar olhando coisas diferentes e comprar só alguma coisa por curiosidade;
2. Se você é prática vai poucas vezes ao ano e aproveita o fato de ser bem mais barato e já faz compra pro trimestre para não ter que passar pelo aperreio todo mês;
3. Ou se você gosta de passear pelas bibocas da cidade de São Paulo, você faz disso um passeio: entra na Ikesaki (e o marido entra junto pra carregar a sacola ou fica na galeria da frente vendo jogos piratas de videogame), vai nos mercadinhos de comida japonesa da Rua Galvão Bueno e já compra shoyo, saque, balas e muppy por menos da metade do preço dos outros lugares da cidade, aproveita e come algo na feirinha da liberdade (se for final de semana), ou entra na Itiriki, a padaria japonesa tudo de bom da Rua dos Estudantes, e escolhe umas delicinhas para comer.
Eu gosto de unir a opção 2 com a 3. E você?